4L é daqueles filmes quase escondidos no catálogo da Netflix, dos quais pouco ouve-se falar. Produzido pela própria Netflix, 4L é um longa leve, ideal para um fim de noite com os amigos.
No filme, dois amigos que não se veem há muito partem em uma viagem entre a Espanha e o Mali para rever um antigo companheiro de jornada, que encontra-se doente. Quem também os acompanha é a filha deste amigo, que não o vê há mais de dez anos.
Com um carro antigo e não tão preparados quanto pensavam, o trio atravessa o deserto, encontra outros viajantes com histórias nem sempre felizes, e acabam descobrindo um pouco mais de si mesmos.
As belas paisagens do deserto são acompanhadas por um humor contagiante, na medida certa e sem exageros, que fazem o filme ser gentil, leve e agradável.
Definitivamente, não trata-se de um filme com uma jornada épica e dramática, mas uma comédia que, embora criticada, tem seus charmes e vale a pena ser assistida.
Para quem ama resolver um crime, essa lista é um prato cheio para várias maratonas na Netflix 🙂
1. American Crime Story: The Assassination of Gianni Versace
The Assassination of Gianni Versace é uma adaptação brilhante e de tirar o fôlego da história real do assassinato do famoso estilista italiano Gianni Versace pelo jovem Andrew Cunanan.
A série não se concentra apenas em Gianni, mas traça em detalhes a vida de Cunanan, suas origens familiares, e ambições extremas, fazendo a série ser verdadeiramente genial e viciante.
2. Hannibal
Você não irá querer comer um lanchinho depois de assistir Hannibal. A trama da série se foca na tensa e dúbia amizade entre o investigador Will e o erudito Hannibal, cujo paladar e desejos estéticos levam a um canibalismo extremamente sofisticado e desumano.
3. Fargo
Com uma certa dose de humor ácido, Fargo traz um homem pacato e patético que se vê assassino por um ato descontrolado e tenta desembaraçar-se. Com uma equipe policial nem sempre eficiente, ele consegue um tom de inocência, até que as pistas começam a cercá-lo. Ao mesmo tempo, um homem misterioso envolve-se na trama, e ficamos curiosos por saber suas motivações.
4. O Perfume
Uma jovem cantora é encontrada morta, mas há um detalhe extremamente intrigante: suas glândulas odoríferas foram removidas. A partir daí, abre-se uma investigação sombria, que desenterra o passado para tentar compreender as motivações do assassino.
5. La Casa de Papel
Contando com uma legião de fãs, La Casa de Papel dispensa apresentações. O ambicioso roubo a banco conquistou o mundo, e traz uma trama bem construída, que nos faz ficar perplexos quando percebemos que estamos torcendo pelos vilões.
6. The Alienist
Na Nova York do final do século XIX, um jovem garoto de programa é encontrado morto e com partes do seu corpo removidas. Os crimes se repetem, e um estudioso da mente humana decide investigar a barbárie, mesmo causando o desagrado da polícia.
7. American Crime Story: People v. O. J. Simpson
Em 1994, o jogador de futebol americano O. J. Simpson foi acusado de assassinar sua esposa e um amigo, mas nem todos estão certos de que ele realmente cometeu esses crimes. A série é narrada da perspectivas dos advogados, e explora a questão dos acordos e manobras que foram conduzidas de ambos os lados.
8. Scherlock
A série é uma releitura bastante livre dos livros de Sir Arthur Conan Doyle, com seu famosos Scherlock Holmes agora ambientado na Londres do século XXI. Acompanhado do dr. Watson, Holmes busca selecionar diversos crimes na cidade, com uma boa pitada de humor e irreverência.
9. Gotham
Para vingar-se de um assassinato, James Gordon, um detetive novato, une suas forças para combater o crime na corrupta e perigosa Gotham.
10. Lucifer
O próprio Diabo resolve tirar umas férias do inferno e abrir um bar em Los Angeles. Mas ninguém imaginava que ele se envolveria na resolução de assassinatos…
Os filmes ou séries sobre monarcas não costumam passar despercebidos. Seja pelas extravagâncias, opulência e dilemas éticos, elas mostram os bastidores de importantes fatos históricos, e balançam o imaginário de muita gente, além de nos fazerem refletir sobre os limites do poder.
Confira a lista especial que preparamos de 10 filmes e séries interessantes sobre monarcas, que misturam muita história, conflitos políticos e riquezas.
1. The Crown
Considerada uma das séries mais caras já feitas, The Crown traz a biografia da Rainha Elizabeth II, em meio às tensões políticas que marcaram o século XX.
Com belíssimas imagens, a série consegue retratar de modo cativante a vida da monarca, seus conflitos familiares e crises políticas ao redor do globo.
2. Versailles
Se você procura toda a extravagância da corte, somada a intrigas, espionagens, traições, assassinatos, belas filmagens e um drama bem construído, seja bem-vindo a Versailles.
A série retrata a vida de Luís XVI, o famoso Rei Sol, que buscava tornar a França o centro do mundo em meio a diversas conspirações contra sua vida.
3. Um Reino Unido
O filme retrata o drama do casal Seretse Khama, príncipe negro herdeiro do trono de Bechuanalândia, atual Botswana, e Ruth Williams, uma funcionária de escritório inglesa, em meio ao preconceito e intrincadas questões políticas nos anos 40.
4. A Jovem Rainha
Criada como um menino, a Rainha Cristina da Suécia é atraída pela ciência e progresso, mas encontra muitos adversários na tentativa de modernizar o seu país, além do preconceito por seu romance com outra mulher.
5. Grace de Mônaco
Com Nicole Kidman no papel principal, o filme traz a vida de Grace Kelly, atriz americana que abandonou o cinema para casar-se com o príncipe de Mônaco, em 1956. Contudo, o pequeno país sofre com ameaças de uma invasão francesa, e Grace busca desempenhar um papel político para interceder e tentar reverter a situação.
6. O Discurso do Rei
Nas vésperas de sua ascensão ao trono britânico, o rei George VI procura ajuda de um fonoaudiólogo australiano para tratar seu problema de fala, que deixa-o paralisado de aflição diante da necessidade de discursar e falar em público.
7. Os Últimos Czares
Mistura de série e documentário, a nova série de Netflix retrata o esplendor e queda trágica da família mais importante da Rússia, os Romanov, assassinados em 1917 durante uma série de revoluções que mudaria para sempre a política mundial.
8. A Rainha
A brilhante Helen Mirren interpreta a Rainha Elizabeth II e suas aflições durante o conturbado período da morte da Princesa Diana.
9. Macbeth
Esta fantástica adaptação da peça homônima de Shakespeare retrata toda a ganância e agonia de Macbeth e sua tentativa de ascensão ao trono pelos meios mais obscuros. A série traz paisagens maravilhosas, e é envolta em um clima onírico.
10. The Princess Weiyoung
Na trama, a Princesa Weiyoung, que é sobrevivente de um massacre assume um disfarce para vingar sua família. Apesar das críticas negativas, a série é muito interessante para conhecer a China Imperial.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os nazistas roubaram várias obras de arte, muitas delas perdidas até hoje. No filme “A Dama Dourada”, temos o caso real da luta de Maria Altmann, interpretada por ninguém menos que Helen Mirren, que tenta rever os quadros de sua família tomados pelos nazistas.
O quadro em questão é um retrato da tia de Maria, Adele. Mas não um retrato comum, e sim um fabuloso quadro pintado por Gustav Klimt, em todo o esplendor de sua icônica fase dourada.
Para quem prefere ler antes, também há um livro sobre o filme, de mesmo nome e que retrata em detalhes a vida da família Bloch-Bauer e toda a decadência de Viena durante a Segunda Guerra.
Retrato de Adele Bloch-Bauer I . Gustav Klimt, 1907.
Maria, que vive em Los Angeles e tem uma modesta loja de roupas, decide entrar com um processo contra o governo austríaco para recuperar o quadro da tia. Sua família austríaca era muito abastada, e tal como muitos judeus, teve suas posses confiscadas durante a Segunda Guerra Mundial.
Para isso, Maria conta com a ajuda do advogado Randol Schoenberg. Randol não era um grande advogado, e passava por vários problemas pessoais. Mesmo assim, persiste no caso mais por respeito por Maria, que é amiga da família, do que por realmente acreditar que a obra de importância incomensurável possa realmente ser recuperada.
A verdadeira Maria Altmann.
Randol, tal como Maria, é descendente de austríacos, e também de um artista importantíssimo: o compositor Arnold Schoenberg, da magistral “Noite Transfigurada”.
Um dos pontos mais interessantes do filme é retratar duas pessoas comuns com antepassados gloriosos tentando reaver suas próprias histórias. E o filme não é daquelas batalhas judiciais entediantes e sem fim, e sim é bastante dinâmico, com flashbacks para a época da guerra que são de tirar o fôlego, como na cena da fuga de avião, que faz o coração saltar.
Adele é de arrancar suspiros, e todo o ambiente luxuoso e cultural da família é memorável, em uma atmosfera que lembra e muito a aura dourada dos quadros de Klimt. Além disso, a atriz também é muito parecida com a Adele verdadeira.
Infelizmente o filme não tem uma boa nota nos sites sobre cinema, o que é bastante injusto, já que é bem feito e emocionante, e certamente encantará os amantes da arte e dos filmes de guerra. Apesar das críticas negativas, vale muito a pena ser assistido.
O filme “O Banheiro do Papa”, de César Charlone, aborda a visita do papa João Paulo II a Melo, no Uruguai, em 1988. Ou melhor, mostra todo o grande esforço da comunidade pobre local para lucrar alguma coisa com o evento e melhorar um pouco a vida. A comida foi o produto escolhido por todos, que acabaram por endividaram-se ainda mais para comprá-la. Porém Beto, o protagonista, teve uma ideia diferente: construir um banheiro. Todos precisariam aliviar-se depois de um dia comendo e esperando o Papa, não é mesmo?
Beto era contrabandista, e assim como os colegas, buscava uma vida melhor. Entre os contrabandistas, havia os com um pouco mais de dinheiro, que faziam o transporte em motocicletas, e os mais pobres, que iam de bicicleta, dos quais Beto fazia parte. Diariamente Beto era ultrapassado pelas motocicletas, o que fazia com que sonhasse em comprar uma para agilizar seu contrabando.
O transporte de mercadorias, que eram revendidas para mercados ou para as pessoas comuns, lembra o conceito da cultura como “carga” desenvolvida pelo antropólogo Roy Wagner no livro “A Invenção da Cultura”*. Ao realizar um estudo de campo junto ao povo daribi, da Nova Guiné, Wagner percebeu que a ideia que os daribi tinham sobre a cultura ocidental era de algo baseado na “carga”, ou seja, no transporte de produtos. É possível fazer a mesma relação com a situação mostrada no filme, não só do ponto dos mais pobres, mas do sistema como um todo, sempre ávido por coisas, e coisas precisam ser transportadas, inclusive transportar a si mesmas para ver uma figura importante.
No filme, Beto empenha todas as suas forças na construção de um banheiro para a visita do Papa, usando até o dinheiro que tinham guardado para os estudos da filha. Enquanto isso, seus vizinhos investiam em comida, motivados pela ampla cobertura da televisão sobre o evento, que fazia previsões para um grande público.
Silvia, filha de Beto, via o evento com outros olhos. Era atraída pelos jornalistas e sonhava um dia entrar na profissão. Ao mesmo tempo, ficava aborrecida com as atitudes do pai, que em uma mistura de egoísmo e necessidade, usava o dinheiro que a mãe guardava para seus estudos na construção do banheiro. Na relação entre pai e filha, também é observável a estrutura do Estado no interior da família, já que da mesma forma que o Estado tentava confiscar os produtos de Beto, o pai controlava e tentava confiscar o gosto pelo estudo da filha.
A televisão anunciava 10 quilômetros de filas de ônibus de peregrinos brasileiros, mas frustrando todas as expectativas, o discurso papal dura cerca de 15 minutos, e número muito pequeno de pessoas foi ao evento. As vendas foram horríveis, e a multidão de “turistas-devotos” era totalmente indiferente à população local, que cada vez ficava mais desesperada ter investido o pouco que tinha.
As cenas finais do filme mostram os olhares tristes da população de Melo, a sujeira deixada e bandeiras do Vaticano cobrindo linguiças, em uma oposição entre sacro e profano.
A irresponsabilidade da mídia naquela ocasião faz com que Sílvia perca o encanto pelo jornalismo, e passe a ajudar o pai com o contrabando, agora a pé, pois não havia mais bicicleta.
Mas apesar de tudo, no final Beto enche-se de esperança e alegria e diz ter uma nova ideia para o banheiro.
Referencial:
* WAGNER, Roy. A Invenção da Cultura. São Paulo: Cosac Naify, 2009.
Seja pela acidez, por trazer conceitos filosóficos, mostrar o cotidiano da vida adulta, fazer críticas sociais ou falar abertamente sobre sexo e drogas, estas animações provam que sim, desenho também é coisa de adulto.
Odiadas por uns, amadas por outros, estas animações garantem risos, reflexões e muita vontade de vê-las de novo.
IMPORTANTE: A ordem de apresentação das séries não representa que uma é melhor ou pior 😉
1. Rick e Morty
Carregada de ironia e niilismo, “Rick e Morty” traz as aventuras de um avô cientista louco e seu neto adolescente, que arranjam infindáveis problemas em diferentes planetas e dimensões. A animação ainda traz referências à cultura pop, como “Jurassic Park”, e está repleta de ficção científica, muita confusão e dilemas éticos para a cabeça de Morty, enquanto Rick parece não importar-se com nada além de si mesmo.
Um prato cheio para os amantes de séries ácidas inteligentes, que não recusam uma boa dose de sangue alienígena.
2. F is for Family
Aah, aquela nostalgia dos anos 70… “F is for Family” mostra o cotidiano de uma família americana nos saudosos anos 70, e todas as desventuras que a rotina em família pode trazer.
Embora centrada nas desilusões do patriarca da família, que não conseguiu realizar seus sonhos de juventude agora tem uma família para sustentar, uns quilinhos a mais e cabelos de menos, a série não deixa de dar protagonismo para os outros quatro integrantes da família, que vivem os desafios da adolescência, da maternidade, do mercado de trabalho, do machismo, dos amores, das contas para pagar…
“F is for Family” é imperdível e impossível de não deixar você com saudade dos anos 70, mesmo sem nem ter vivido neles.
3. Over the Garden Wall
“Over the Garden Wall”, ou “O Segredo além do Jardim”, pode não parecer cativante para adultos à primeira vista. Porém, um olhar mais atento revela uma animação extremamente sensível, de um traço belíssimo, e recheada de referências da filosofia, literatura e música.
A animação traz a jornada dos irmãos Wirt e Greg no “Desconhecido”, e quanto mais tentam encontrar-se, mais se perdem, tal como é a vida. Wirt garante a parte racional e cética, enquanto Greg é pura inocência e fofura.
Pode-se dizer que “Over the Garden Wall” é uma ressignificação magistral da “Divina Comédia”, do poeta italiano Dante Alighieri, escrita por volta de 1320, com referências maravilhosamente trabalhadas. Mas chega de spoilers!
4. BoJack Horseman
Astro de TV decaído, BoJack é um cavalo tentando lidar com a decadência, o vício e a melancolia. BoJack tenta ser um cara lega, tenta recuperar sua glória, mas o vazio do mundo e o próprio egoísmo acabam tornando essa estrada bastante sinuosa.
Talvez o que mais chame a atenção na animação é que, mesmo tentando recuperar sua glória, BoJack é consciente de seus defeitos. E ele faz algo sobre isso? Nem sempre.
5. Paradise Police
Com um humor extremamente ácido e por vezes ofensivo, além de sexo e drogas, a série retrata uma força policial nada convencional, que tenta resolver os crimes bizarros que acontecem em sua cidade.
6. Brickleberry
Gostou de “Paradise Police”? A série tem uma irmã dos mesmos criadores com a mesma premissa, só que desta vez em um típico parque florestal americano.
7. Tuca e Bertie
Assim como em “BoJack”, em “Tuca e Bertie” os protagonistas também são animais. Tuca e Bertie são amigas na casa dos 30 anos, e enfrentam as questões sobre serem jovens adultas, como relacionamentos, emprego, grana e coisas do mundo “adulto”.
O humor fica por conta da diferença de personalidades das amigas. Tuca sempre alegre e até inconsequente, enquanto que Bertie é mais séria e preocupado, personificado um adulto bem comportado.
8. (Des)encanto
Dos mesmos criadores de “Os Simpsons”, “(Des)encanto” é simplesmente fan-tás-ti-ca! Sabe aquelas historinhas de princesinhas frágeis que todos já cansamos? Em “(Des)encanto” esse lero-lero é transformado em um saborosíssimo conto de fadas ao avesso, com uma princesa fora dos estereótipos que sabe salvar a si mesma, um gnomo triste em uma terra em que todos são felizes, e o meu preferido: Luci, o ácido e inteligente demônio pessoal, que não poupa esforços em dar uns conselhos podres.
Apesar de ter recebido críticas negativas, “(Des)encanto” sabe ser inteligente e inovadora ao abordar temas desgastados, como os contos de fadas, e trazê-los com uma roupagem fresca, engraçada e contemporânea.
9. Archer
Essa é uma série que poucos conhecem e raramente é citada. Com referências da por art e contornos marcados, “Archer” é uma série de espionagem cômica, cheia de referências da cultura pop, e com um humor super pesado.
A estética lembra até um pouco de GTA, não lembra?
10. Hora de Aventura
“Aaaaaaaventura vai começar!” Se você nunca cantou isso, certamente vai depois de começar a assistir “Hora de Aventura”, que conta com uma legião de fãs enorme.
Esse desenho louco, que se passa na Terra de Ooo, mostra Finn, o humano, e Jake, o cão, em uma sequência de aventuras nada convencionais.
Os personagens da série são extremamente interessantes, com formas inusitadas e personalidades marcantes, como a orgulhosa Caroço e o fofo Beemo.
Com um enredo bastante complexo, cheio de personagens, saltos temporais e reflexões, “Hora de Aventura” está entre as animações mais queridinhas da maioria.
11. Futurama
Sabe o meme “Shut up and take my money”? Ele vem de uma cena de Futurama, de Matt Groening, mesma criador de “Os Simpsons”.
Em “Futurama”, Fry é um entregador de pizzas que é acidentalmente congelado e acorda no século 31, que está repleto de alienígenas e coisas muito diferentes da época de Fry, criogenado desde 1999.
E o que acontece com Fry? Vira um entregador interplanetário! E claro, passa por situações doidas junto do mal-educado robô Bender e da ciclope Leela, além de outros personagens bem estranhos e claro, com todo o humor inteligente de Groening.
12. Os Simpsons
Impossível não conhecer “Os Simpsons”! O desenho é um verdadeiro clássico, e quase não haveria necessidade de colocá-lo na lista. Mas uma lista sem “Os Simpsons” seria um lista incompleta.
Acompanhar o cotidiano da família Simpson em Springfield rende muita nostalgia e boas risadas, e sem dúvida é uma animação para ver, rever, e ver de novo.