Natalia Ginzburg e o lirismo do cotidiano em “Léxico Familiar”

Quem já leu alguma obra de Natalia Ginzburg certamente percebeu sua habilidade peculiar de trazer lirismo aos momentos mais comuns do cotidiano, que por muitos seriam tratados como materiais inexpressivos.

Este material cotidiano, doméstico e familiar serve para a autora italiana para criar uma prosa extremamente rica e intimista, que conduz o leitor a uma nostalgia pelas famílias descritas, das quais tem a oportunidade de ser um membro ao ler a obra de Ginzburg. Ao terminar um de seus livros, fica a saudade das personagens das quais passamos a ter quase o mesmo sangue. Sangue de tinta sobre papel.

Em Léxico Familiar, de 1963, considerada por muitos a maior obra da escritora italiana, temos um vislumbre de memórias dos duros anos 30, com a Europa sob as terríveis leis raciais, em que inúmeras famílias foram forçadas a retirar-se de seus lares, caminhando muitas vezes para sua aniquilação.

Neste contexto, Ginzburg, que narra as memórias de sua família judia antifascista durante esses anos sombrios, reconstrói suas memórias por meio de um léxico afetivo. Toda família tem seu léxico, um conjunto de expressões ditas com frequência, e para quem pertence ao grupo, basta martelar a frase mais uma vez para que se saiba quem é seu interlocutor. Após a leitura, paira sobre o leitor um sentimento de melancolia e saudade pelo léxico da família de Natália, como se por um instante tivesse feito parte dela, e então passa a prestar mais atenção no próprio léxico.

A obra, com seu caráter pequenino e doméstico, pinta um retrato sentimental de uma família que paira em incertezas junto de um continente inteiro, revelando um lirismo intimista e potente. A casa passa a ser, neste contexto de opressão, mais do que nunca, um ninho. Não um ninho perfeito, mas uma casa como são todas as casas em que habitam famílias: cheias de alegrias e tristezas, plena de sentimentos ambíguos e das palavras que fazem nascer todas estas emoções.

Léxico Familiar mostra-se uma pequena pérola preciosa cheia de afeição, que convida o leitor a morar com a família de Ginzburg por meio da matéria mais própria dos escritores: as palavras.

As 10 fotografias mais caras da história

Desde o seu início, a fotografia sempre fascinou a humanidade por sua habilidade quase mágica de cristalizar momentos, e claro, servir como expressão artística e documental.

Além do destaque por seu valor histórico e artístico, algumas também se destacam por seu valor financeiro. Confira a lista das 10 fotografias que alcançaram as cifras mais altas até hoje.

1. “Rhein II”, de Andreas Gursky (1999), vendida por US$ 4.338.500 em 2011

2. Sem Título Nº 96, de Cindy Sherman (1981), vendida por US$ 3.890.500 em 2011

3. “99 Cent II Diptychon”, de Andreas Gursky (2001), vendida por US$ 3.346.456 em 2006

4. “The Pond-Monnlight”, de Edward Steichen (1904), vendida por US$ 2.928.000 em 2006

5. “Kremlin of Tobolsk”, do presidente russo Dmitry Medvedev (2009), vendida por US$ 1.750.000 em 2010

6. “Fotografia de um Nu”, de Edward Weston (1925), vendida por US$ 1.609.000 em 2008

7. “Georgia O’Keeffe (Hands)”, de Alfred Stieglitz (1919), vendida por US$ 1.470.000 em 2006

8. “Georgia O’Keeffe Nude”, de Alfred Stieglitz (1919), vendida por US$ 1.360.000 em 2006

9. “Untitled photo of a cowboy”, de Richard Prince (1989), vendida por US$ 1.248.000 em 2005

10. “Dovima with Elephants”, de Richard Avedon (1955), vendida por US$ 1.151.976 em 2010

10 filmes e séries sobre monarcas

Os filmes ou séries sobre monarcas não costumam passar despercebidos. Seja pelas extravagâncias, opulência e dilemas éticos, elas mostram os bastidores de importantes fatos históricos, e balançam o imaginário de muita gente, além de nos fazerem refletir sobre os limites do poder.

Confira a lista especial que preparamos de 10 filmes e séries interessantes sobre monarcas, que misturam muita história, conflitos políticos e riquezas.

1. The Crown

Considerada uma das séries mais caras já feitas, The Crown traz a biografia da Rainha Elizabeth II, em meio às tensões políticas que marcaram o século XX.

Com belíssimas imagens, a série consegue retratar de modo cativante a vida da monarca, seus conflitos familiares e crises políticas ao redor do globo.

2. Versailles

Se você procura toda a extravagância da corte, somada a intrigas, espionagens, traições, assassinatos, belas filmagens e um drama bem construído, seja bem-vindo a Versailles.

A série retrata a vida de Luís XVI, o famoso Rei Sol, que buscava tornar a França o centro do mundo em meio a diversas conspirações contra sua vida.

3. Um Reino Unido

O filme retrata o drama do casal Seretse Khama, príncipe negro herdeiro do trono de Bechuanalândia, atual Botswana, e Ruth Williams, uma funcionária de escritório inglesa, em meio ao preconceito e intrincadas questões políticas nos anos 40.

4. A Jovem Rainha

Criada como um menino, a Rainha Cristina da Suécia é atraída pela ciência e progresso, mas encontra muitos adversários na tentativa de modernizar o seu país, além do preconceito por seu romance com outra mulher.

5. Grace de Mônaco

Com Nicole Kidman no papel principal, o filme traz a vida de Grace Kelly, atriz americana que abandonou o cinema para casar-se com o príncipe de Mônaco, em 1956. Contudo, o pequeno país sofre com ameaças de uma invasão francesa, e Grace busca desempenhar um papel político para interceder e tentar reverter a situação.

6. O Discurso do Rei

Nas vésperas de sua ascensão ao trono britânico, o rei George VI procura ajuda de um fonoaudiólogo australiano para tratar seu problema de fala, que deixa-o paralisado de aflição diante da necessidade de discursar e falar em público.

7. Os Últimos Czares

Mistura de série e documentário, a nova série de Netflix retrata o esplendor e queda trágica da família mais importante da Rússia, os Romanov, assassinados em 1917 durante uma série de revoluções que mudaria para sempre a política mundial.

8. A Rainha

A brilhante Helen Mirren interpreta a Rainha Elizabeth II e suas aflições durante o conturbado período da morte da Princesa Diana.

9. Macbeth

Esta fantástica adaptação da peça homônima de Shakespeare retrata toda a ganância e agonia de Macbeth e sua tentativa de ascensão ao trono pelos meios mais obscuros. A série traz paisagens maravilhosas, e é envolta em um clima onírico.

10. The Princess Weiyoung

Na trama, a Princesa Weiyoung, que é sobrevivente de um massacre assume um disfarce para vingar sua família. Apesar das críticas negativas, a série é muito interessante para conhecer a China Imperial.

10 melhores dicas de decoração para apartamentos pequenos

Ter um apartamento pequeno pode significar muitas coisas: independência, estilo de vida e sem dúvida, um desafio para decorar. Mas essa decoração pode ser apaixonante e divertida de fazer. Confira algumas dicas que preparamos para transformar o seu cantinho.

Não se esqueça de adaptar essas dicas para o seu estilo, pois uma casa bonita é onde você se sente bem 🙂

1. Minimalismo

O minimalismo pode ser uma solução interessante para o seu apartamento pequeno, tanto como estética quanto estilo de vida. A estética minimalista é super elegante, e se considerado além da estética, como um estilo de vida, traz praticidade, economia e menos dedos mindinhos batidos contra os móveis.

2. Multifuncionalidade

Quando o espaço é uma questão importante, optar por móveis com mais de uma função pode ser uma ótima solução. Sofá-cama para receber os amigos, cama box com compartimento para guardar cobertores e puffs com baú são alguns exemplos para economizar espaço.

3. Espelhos

Espelhos são uma opção para ampliar espaços, então aposte em espelhos retangulares e grandes. O espelho também contribuirá com a iluminação do ambiente, então cuidado para não posicioná-lo em uma parede em que o sol bate diretamente, pois o reflexo pode ser insuportável.

4. Desapego

Um apartamento pequeno significa que talvez não caiba tudo o que você gostaria, então o mais simples para não sofrer na hora de mobiliá-lo é desapegar-se. E desapego pode ser algo muito bom para levar uma vida mais simples, com menos tralhas e mais dinheiro no bolso.

5. Cores claras

Cores claras dão uma sensação de ampliação do espaço. Mas nada te impede de usar cores nas paredes, o que pode ser uma ótima opção de decoração e criar sensações nos ambientes. Antes de escolher, reflita se a cor reflete a sua personalidade e se você se sentirá acolhido no ambiente.

6. Estilo de vida

Para muita gente, ter um apartamento pequeno é um verdadeiro estilo de vida. Um apartamento pequeno pode representar liberdade para sair de casa, mudar de cidade, morar em um bairro legal ou recomeçar depois do fim de um relacionamento.

Decorar o seu pequeno grande lar é transmitir tudo o que ele significa para você, e se feito com calma e desapego, pode ser uma experiência muito apaixonante.

7. Eletrodomésticos compactos

Para que ter um geladeira enorme se você pode ter um frigobar? Se você mora sozinho ou apenas entre dois, não é necessário ter uma geladeira grande que custará caro e ocupará muito espaço. E não precisa ser um frigobar com cara de acampamento, hoje há vários modelos com cores e designs interessantes no mercado. Isso também serve para a lavadora de roupas, que também são vendidas em versões menores.

8. Pendurar

Estantes convencionais podem ocupar muito do seu espaço, então uma boa solução é optar pelas versões aéreas. O mesmo vale para a cozinha: você pode eliminar parte dos balcões de chão e escolher as versões para pendurar, ganhando espaço de circulação.

9. Cooktop

Com seu design elegante e minimalista, os cooktops são os grandes aliados na cozinha de um apartamento pequeno. Há alguns modelos que custam mais caro, outros são mais acessíveis, mas considerando a economia de espaço e o fim dos gastos com gás, é um verdadeiro investimento.

Mas preste atenção, não é qualquer panela que funciona no cooktop. Mas não precisa se preocupar, não são difíceis de encontrar nem mais caras. Para comprar, basta pedir se funcionam nos cooktops de indução ou vitrocerâmicos, e verificar os símbolos na caixa. Há modelos que funcionam em quase todos os tipos de fogão, como as deste link, que separamos para te ajudar nesta saga.

10. Ter menos para ter mais

Por que ter um jogo de 12 panelas se você cozinha pouco e um jogo com 4 é suficiente para você? Além de evitar acumular coisas que você não utilizará, ter menos coisas também representa um impacto no seu orçamento.

Organizando-se para ter menos, você sabe melhor o que quer, e assim, ter o que realmente gostaria de ter.

Com quantos paus se faz uma canoa? A fotografia de Todd McLellan

Um dos fascínios do fotógrafo Todd McLellan é esmiuçar os componentes de produtos comuns e transformar sua curiosidade em arte. A desmontagem dos artefatos deu origem à impressionante serie fotográfica “Things Come Apart”, que nos assombra pela quantidade de peças nos artefatos, ao mesmo tempo que satisfaz nossa curiosidade por saber como as coisas são feitas.

Além de extrair uma poética dos objetos cotidianos ao desmembrá-los em suas menores porções, a série também causa a reflexão sobre os impactos da produção industrial no ambiente, com o ciclo de extração, produção, distribuição e descarte.

A série também está disponível no livro “Things Come Apart: A Teardown Manual for Modern Living”, publicado pela Thomas & Hudson, que conta com mais de 170 imagens coloridas do trabalho do fotógrafo, tão interessante para quem gosta de fotografia e design de produto. No Brasil, está disponível na Amazon, que importa a obra.

Chama a atenção a complexidade dos objetos que usamos de modo corriqueiro, sem pensar muito sobre eles, nos fazendo refletir sobre a técnica por trás deles, bem como alternativas de produção sustentáveis e com uso reduzido e reutilizado de materiais.

O #tbt te deixa triste?

Esse não é daqueles textos que tentam te convencer a sair da Internet, fazer um detox digital, mochilão pra sei lá onde ou fugir para as montanhas, até porque a gente sabe que essas são opções para poucos, e que a Internet tornou-se tão presente em nossa cultura que sugerir negá-la é um pouco estranho, ainda mais em um post na própria Internet.

Enfim, o ponto de hoje é: Internet às vezes traz tristeza, uma melancolia aos nossos coraçõezinhos expostos a fotos lindas de gente feliz.

Pois bem, muitas vezes essa felicidade é fabricada. A hashtag “tbt”, ou “throwback Thursday”, usada para sinalizar fotos de momentos passados, é um exemplo do que nos faz sentir uma tristezinha em ver que aparentemente estamos sem fazer nada, enquanto os outros estão vivendo o melhor da vida.

Esse passado editado para parecer feliz tornou-se muito mais uma exposição construída, e na imensa maioria das vezes em nada traz nostalgia e saudade a quem está postando. É uma construção publicitária do ser comum, que nos fisga pelo sentido mais cobiçado atualmente: a visão. Afinal, somos os publicitários de nós mesmos, e queremos vender uma ideia de que temos uma vida legal, mesmo que possa não ser tão grande coisa assim.

Então, se você, assim como eu, fica triste por sua vida ser aparentemente chata e sem nada acontecendo, não se sinta culpado, você não está sozinho. Faz parte do jogo de se viver nos dias de hoje. Não precisa planejar um mochilão para sei lá onde para se desconectar das redes sociais. Se quiser pode, mas não precisa sofrer por isso.

A ideia da desconexão também é uma mercadoria, e ironicamente muitas vezes serve para alimentar as hashtags e nossa felicidade construída na rede.

Não precisa nem se desconectar se você não quiser, mas tente colocar na cabeça que essas felicidades cristalizadas em fotos são editadas, construídas para causar exatamente essa sensação de que a grama do vizinho é mais verde. E não é uma teoria da conspiração louca, não é problema exclusivo da plataforma, e sim a nossa natureza humana, que faz isso desde sempre, e que agora arrumou um jeito bem mais simples. Sim, há muitas corporações lucrando com isso e construindo as plataformas para se tornarem viciantes, mas esse é um assunto para outro texto. Aqui eu gostaria de me ater aos aspectos mais cotidianos.

Então, no lugar de ficar triste, você pode rir da felicidade inventada. Rir só para você, com você. Muito provavelmente, aquele conhecido postando fotos da viagem que fez em 2014, só quer que você tenha a impressão de que a grama dele é mais verde, enquanto ele mesmo inveja outras gramas. “Inveja”, do latim “invidia”, do verbo “invidere”: olhar com malícia. E invejar não é feio, é normal. Algumas pessoas lidam com isso postando fotos da praia do ano passado bem no meio do inverno, e tudo bem.

Crie a sua forma de lidar com isso. Você sabe muito bem que já viveu (e vive) coisas incríveis que não são postadas, e que há momentos tão puros e sublimes que postá-los seria quase “profaná-los”.

O Narciso agora é digital. E faz parte do jogo 🙂

11 pequenas e preciosas dicas para superar o crush

Este é o post que você tanto procurou, sim. E tem vários gif’s fofinhos para aquecer esse coraçãozinho.

Prepare-se, porque vai ter choro, riso, patada e luz no fim do túnel.

“Esquecer” é uma palavra muito forte, não é mesmo? Então usamos “superar”, até porque o seu crush faz parte da sua história, ensinou coisas para você, sejam elas boas ou más, e com toda certeza fez de você uma pessoa mais madura.

Se o seu caso for mais sério ou você estiver em um relacionamento abusivo, não deixe de buscar apoio profissional ou policial 😉

1. Não tenha medo de ficar sozinho(a)

Muitas pessoas não terminam seus relacionamentos ruins por medo de ficarem sozinhas, e então ficam insistindo naquela pessoa que não é a ideal, ou que faz coisas que só machucam.

Primeiro de tudo, não tenha medo de estar sozinho(a), não há nada de errado nisso. Aquele velho ditado da vó que dizia “antes só do que mal acompanhado” vale muito nesse caso. Ficar com alguém que fere os seus sentimentos não tem nada de benéfico. Não esqueça que você pode contar com o apoio dos seus melhores amigos e da sua família. Estar solteiro(a) nunca foi e nem será uma doença. Fique bem consigo e aproveite este tempo para fazer o que gosta.

2. Saiba que você não ficará sozinho(a) para sempre

Quando estamos terminando um relacionamento, parece que nunca mais encontraremos alguém. Em casos mais sérios, a própria pessoa de quem queremos distância nos diz isso. E não é verdade! E isso não é papinho motivacional barato. O que no universo o seu crush-embuste tem que será a única pessoa para você? Nada! As pessoas só dizem isso para que você fique preso a elas, diminuindo sua autoestima para fazer com que você fique dependente. Não caia nessa, caia fora!

Se o seu relacionamento não lhe traz alegria, permita-se sair dele. Você vai encontrar novas pessoas sim. Não vai encontrar se ficar com o crush-embuste que só coloca você para baixo.

3. Siga o conselho da Elsa e let it go this chato do caralho!

A grande filósofa Elsa já dizia “let it go”, e é isso que você tem que fazer se quiser esquecer o crushzinho. Se acabou, aceite. Aprenda com o que passou. Você com certeza se tornou alguém mais maduro depois de sua experiência. E tá tudo bem em terminar, faz parte.

E quando você estiver pronto(a), pode seguir a filosofia da sábia da Ariana Grande e “thank you, next!”. E isso é libertador! (Só pra mudar de assunto, vocês sabiam que ela não é de áries e tem só um e 1,53 de altura?)

4. Viva seu luto, mas saiba que ele precisa de um prazo para acabar

Ficar triste faz parte e até mesmo saudável para curar essa feridinha no seu coração. Você tem todo o direito de ficar triste e fechado por um tempo, e isso vai ajudar a colocar as ideias no lugar. Seus verdadeiros amigos vão entender.

Mas lembre-se, mesmo que o luto seja um processo natural, se ele for muito prolongado, intenso e te impedir de realizar suas tarefas, procure ajuda de um profissional. Faz bem.

Chore tudo o que for preciso, e saiba que dias melhores virão.

5. Pare de pensar em embuste e dedique este tempo a coisas que você gosta

O término pode deixar um buraco no seu peito e na sua rotina, então que tal ocupar esse buraco com algo legal e que você goste? Sim, é claro que primeiro você estará triste e sem vontade para nada, e você tem todo o direito de viver o seu luto. O luto faz parte do processo de superação, e é muito legal e benéfico vivê-lo.

Mas quando estiver melhorzinho, procure se dedicar a algo legal para ocupar a cabeça, que com certeza vai querer pensar no crush. Tire uns projetos do papel, dedique-se ao trabalho, aos amigos, volte a pintar, faça aulas, academia, cante… O que você gostar. Só não se torne alguém amargurado e afundado no trabalho, em assistir séries ou em fugir do que é belo e bom na vida.

6. Não romantize defeitos que lhe fazem mal

Sim, ninguém é perfeito e sim, um relacionamento precisa que os dois cedam e relevem esses defeitos para que possam viver juntos. Mas há uma linha que delimita até onde isso é saudável ou não, e você sente quando essa linha é cruzada. Desintoxique-se do que faz mal para você, você não é obrigado a aguentar os comportamentos do outro que não fazem bem para você.

7. Lembre-se de quem gosta de você

Você tem amigos que te amam e que estão dispostos a ajudar você a superar. Converse com eles, ou com sua mãe, irmão, primos ou outra pessoa que tem afinidade. Seu crush não era a única pessoa desse mundão.

8. Pare de olhar os stories da criatura

Sim, no início você estará com muita raiva e irá querer saber tudo o que a pessoa está fazendo. Mas acredite, isso só fará mal para você, que estará com os ânimos exaltados e verá as situações como maiores do que realmente são, provocando ciúmes, tristeza e raiva.

Então vá parando aos poucos de ver os stories da pessoa, chega de stalkear. Você não estará perdendo nada, até porque acabou e thank you, next!

9. Prove novos vinhos

Essa dica é uma metáfora, mas é muito útil. Se com a pessoa que você gostava tomava uma marca X de vinho tinto suave, prove outro, experimente um rosé, e tome sozinho. Como é uma metáfora, serve para tudo: comidas, lugares, atividades. Descubra-se, você vai se divertir e saber que sua própria companhia ou de seus amigos é ótima.

10. O crush faz parte da sua história, tire lições

Seu crush faz parte da sua história, guarde-o no pedacinho do coração reservado aos aprendizados. Você passou por momentos bons e ruins, e aprendeu muita coisa. Certamente, agora você é uma pessoa mais madura, e é isso que importa.

Relacionamentos são assim mesmo, tem dias em que acabam e vai ficar tudo bem, de verdade. Não se culpe, extraia o que houve de bom, tire suas lições e siga de cabeça erguida. Vai doer um pouco? Vai, mas faz parte e vai ficar tudo bem.

11. E quando menos você esperar, voilà!

Logo logo você estará todo apaixonadinho e com carinha de bobo(a) de novo. Talvez dê certo, talvez termine e você virá aqui ler esse post de novo. Mas não importa, faz parte da vida, dos momentos e das experiências. Viva intensamente e use camisinha.

(BÔNUS) E LEMBRE-SE: NÃO É O FIM DO MUNDO!

6 dicas para decorar com espelhos

Os espelhos fascinam a humanidade há centenas de anos. Poder ver a si e aos reflexos exatos do ambiente sempre foi algo quase místico. Hoje preparamos algumas dicas para decorações criativas com espelhos.

1. Aposte em formatos não convencionais

Espelhos com formatos diferentes do retângulo tradicional podem dar um ar de dinamismo, sofisticação e modernidade ao seu ambiente. E o melhor, a dinâmica dos formatos permite que você escolha espelhos menores. Formatos irregulares e arredondados dão um ar de sofisticação inspirada na natureza.

Para isso, você pode desenhar o formato que deseja e mandar fazê-lo em uma vidraçaria, para sair mais em conta. Peça as laterais lapidadas, e não esqueça de pedir uma alcinha para pendurá-lo.

2. Espelhos redondos

Se você está em dúvida sobre qual formato de espelho escolher, não quer usar o retangular e também não quer errar, aposte no espelho redondo. São super sofisticados e funcionam bem em tamanhos pequenos, além de darem um charme a mais.

Os tamanhos menores podem ser colocados em quartos, corredores ou na sala para darem um ar de elegância. E se você não quer gastar muito, separamos três espelhos redondos e baratos para você conferir. Basta clicar aqui, aqui ou aqui para conferir. Não esqueça de conferir o tamanho para ter certeza de que ficarão bem no seu ambiente.

3. Amplie espaços

Se você tem um espaço pequeno e deseja criar uma sensação visual de um ambiente maior, agora é a hora de apostar em espelhos retangulares e grandes. O espelho também contribuirá com a iluminação do ambiente, então cuidado para não posicioná-lo em uma parede em que o sol bate diretamente, pois o reflexo pode ser insuportável.

4. Molduras que representam a sua personalidade

Espelhos com moldura costumam ter personalidade forte, e são uma ótima dica para criar um ambiente com a sua cara. Como você é? Mais clássico, moderno, divertido, natureba?Por isso, escolha molduras que representem bem a sua estética. Ah, e espelhos sem moldura também podem ser escolhidos caso você tenha um estilo mais minimalista.

5. Composições com espelhos

Se você ama espelhos, para que ter apenas um, não é mesmo? Uma tendência super bacana de decoração é fazer composições de espelhos, seja com molduras com o mesmo tema ou de formas mais orgânicas, sem moldura.

Se você deseja fazer uma composição de espelhos em sua parede, escolha os com uma estética comum, para não virar uma grande bagunça.

6. Conheça o seu estilo

Para decorar, saiba do que você gosta e o que acha bonito. Escolha seus espelhos baseado nisso, pois a decoração só funciona se agradar você 🙂

Antes de comprar um espelho, pergunte-se se ele reflete a sua personalidade e se você se sentirá bem no ambiente.

A Sociedade do Automóvel

“O filme A Sociedade do Automóvel demonstra o que enfrenta grande parte das cidades mundiais atualmente. O ponto principal, no entanto, é a cidade de São Paulo, pólo econômico-social e difusor de muitas tendências. Pode-se citar como uma delas o carro, ícone de status, necessidade e diversão, de acordo com o usuário, sendo associado a muitas causas abordadas neste.


A primeira entrevistada é Lucianne, cujo emprego é em um shopping e seu meio de locomoção o carro. A condição social permite que ela escolha o modo mais eficaz para chegar ao seu trabalho, no caso o carro, diferentemente de Ricardo e Luciana, os quais necessitam de utilizar três sistemas de transporte público para atingir seus objetivos. Estes últimos pertencem a uma classe que se subordina ao caráter precário do espaço público destinado aos transportes, sem a devida harmonia entre trens, metrôs e ônibus.


O carro, por muitos preferido pelo conforto conferido ao indivíduo, tira um pouco da pessoalidade associada à relação entre pessoas e também com o meio em questão. É o que afirma o professor João Campos, que utiliza a bicicleta para seus afazeres grande parte do tempo. Para ele, o que acontece em volta e as mudanças inerentes a tudo isso torna-se muito mais perceptivo quando se está fora do carro.


Além disso, mesmo com a introspecção que a maioria das pessoas têm que o carro é mais seguro, a maior incidência de assaltos, na cidade de São Paulo, ocorre quando estas encontram-se dentro de seus veículos. A segurança pode ser relacionada também quando se fala de acidentes e problemas de saúde causados pela fumaça solta pelos carros. Os dados comprovam que a cada seis horas morre uma pessoa na cidade de São Paulo, sendo que antigamente a média era de um veículo para seis pessoas e hoje verifica-se a proporção de um para duas.


Uma feira de carros realizada em São Paulo também foi tema do filme, explorando o lado consumista e desejoso do indivíduo por se enquadrar nos padrões requeridos pela sociedade. É o que se percebe com entrevista ao público presente, sendo que a maioria dele prefere uma Ferrari a qualquer outra coisa. O denominado status é um dos que mais propiciam a movimentação do capital automobilístico atuante no cenário brasileiro e internacional. Desta forma, o que gira em torno disto, markenting, apelações, dentre outras formas de persuasão, é relevante para a análise sociológica do individuo.
Dentro desta ainda, pode-se inferir do filme a solidão presente na vida cotidiana da pessoa que tem o carro como meio de se locomover. A falta de comunicação com outras e também com o próprio meio faz com que diversos sentimentos possam surgir, seja medo de assaltos ao não abrir a janela, stress devido o trânsito, interiorização por simplesmente não possuir companhia ao lado.”

(Texto retirado da descrição do vídeo)